Categoria: bate papo

  • Semana Especial AMQRL – Livros que mudaram minha vida

    Semana Especial AMQRL – Livros que mudaram minha vida

    Então, sou dessas que gosta de participar dos eventinhos que a editora convoca, mas que escreve o nome da semana especial errado… Mas vai.

    Segunda eu fiz umas sugestões de livros que tinham a temática de crianças e guerras. Continuando a Semana Especial “A Menina que Roubava Livros” (AMQRL), hoje vou tentar dividir um pouco com você sobre os livros que mudaram minha vida.

    Vamos começar dizendo que “mudar a vida” de alguém é uma parada muito forte. Ou então minha expectativa do que é “mudar a vida” é algo muito extremo. Do tipo que realmente abala a pessoa a ponto de ela precisar repensar valores, crenças, ideias… coisas assim.

    Livros são pontos fortes na história de Markus Zusak, tanto até que estão no título do livro. E eu já li resenhas e opiniões de pessoas que sim, foram muito impactadas pela história de Liesel.

    Acho que não tenho nada que seja do “meu” nível de “mudar a vida”, mas tenho sim alguns livros que são extremamente importantes pra mim.

    Em 2013 eu cheguei a fazer duas postagens aqui no blog falando sobre a importância dos livros pra mim, e três livros que mudaram minha vida. Nada mais justo que agora, cinco anos depois, eu avalie se ainda concordo com que eu escrevi no passado.

    Mas ao invés de três livros, vamos de cinco, porque eu gosto mais.

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  • Crianças e guerras – 9 sugestões de leitura

    Crianças e guerras – 9 sugestões de leitura

    Essa semana a Intrínseca convidou seus parceiros para falar de Markus Zusak e sua principal obra lançada pela editora: A Menina que Roubava Livros.

    Para variar, sou dessas pessoas que não leu a Menina, mas estou tentando correr atrás do prejuízo para poder participar completamente do “eventinho”.

    E para me redimir (ou pedir desculpas para existir) tento explicar porque não li ainda: um dos problemas que eu tive para pegar o livro de Zusak foi a história se passar durante a Segunda Guerra Mundial.

    Eu tenho problema com o período das Grandes Guerras. Não gosto e não procuro filmes ou livros com essa temática. Acho que me deixa triste demais. Acho que me faz sofrer demais. E a gente já sofre com o que tem hoje em dia.

    Voltar no tempo e ver o quanto a gente pode ser ainda pior como “raça”, como bicho, como “serumano”, meio que acaba comigo. Mas ao mesmo tempo, é uma época extremamente importante de ser lembrada para que reflitamos e não deixemos que ela se repita.

    Bem, não sou o melhor exemplo de pessoa para falar sobre livros que não li. É até meio feio, né. MAS eu posso dar exemplos de outras leituras que você pode fazer que tenham crianças como protagonistas e que estejam envolvidas em um período de guerra.

    Uma busca pela memória e uma confirmação nos catálogos das editoras/Amazon me ajudou a encontrar 9 livros que tratam do assunto. Na verdade são sugestões de livros que eu sei que esse é um dos temas da história.

    Vamos aos livros!

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  • #12em2018 – O primeiro semestre

    #12em2018 – O primeiro semestre

    Já estamos em julho e nada mais justo do que já fazer um levantamento de como anda meu desafio pessoal de #12em2018! \o/

    Então, se você viu o post original quando me coloquei a meta de leitura do ano, o lance era tentar definir qual livro eu iria ler em qual mês. Não tinha muita regra de porquê escolhi tal livro, era mais uma oportunidade de tirar alguns livros da estante que já estavam me olhando feio.

    Partiu ver como me saí nos últimos meses!

    Janeiro, Fevereiro, Março

    • o conto da aia - margaret atwood
    • a magia da alvorada - s.l. farrell
    • o evangelho segundo jesus cristo - josé saramago

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  • Semana especial Liane Moriarty!

    Semana especial Liane Moriarty!

    Olá Pessoas! Olha eu por aqui tentando produzir conteúdo e sair da zona de estagnação em que eu me encontro! \o/

    Obrigada Intrínseca por me ajudar a ter um motivo para sentar o bumbum e me dedicar a escrever pelo menos um post por dia nessa semana. Vamos ver se eu consigo?!

    semana Intrínseca: Liane Moriarty

    Muito bem. Liane Moriarty. Você conhece autora e seus livros?!

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  • Sobre expectativas e sobre falhar miseravelmente

    Sobre expectativas e sobre falhar miseravelmente

    Vamos fazer algo diferente? Pensei em fazer um post blogueirinha, dos tempo de internet de várzea, internet moleque. Hoje eu acho que quero simplesmente escrever sobre algo que tem me angustiado ao longo do tempo.

    A quantidade de vezes em que gero expectativas sobre coisas que me comprometo a (ou quero muito) fazer e simplesmente falho miseravelmente.

    Você sabe o que é isso? Passa ou já passou por isso?

    Há 8 anos eu criei o Parafraseando Livros como uma porta para conhecer pessoas. Na época em que tudo isso aqui era mato, eu achava que pessoas que gostavam de ler de alguma forma mágica iriam encontrar o blog e PÁ!, eu ia ficar cheia de amigxs para conversar sobre livros.

    Minhas resenhas iam ser legais. Eu ia ter pessoas comentando com frequência e acompanhando o blog. Eu seria reconhecida!

    Eu ia estudar sobre estruturas narrativas, tropes, gêneros literários. Eu ia saber fazer considerações inteligentes e paralelos entre diversas obras fundamentais de leitura. Eu ia ler os CLÁRGHSSICOS!

    GIF Celebrate

    Mas né… as coisas não foram bem assim. Ao longo de 8 anos, eu conheci pessoas que gostam de livros, mas eu não sou naturalmente “a people’s person”, e não sei cultivar ou alimentar o interesse dos outros. Eu não sou expansiva, não sou extrovertida, e não saio gritando aos 4 ventos de qual fandom eu faço parte, muito menos xingo muito no twitter se alguém fala mal de algum personagem que eu não gosto.

    Não causo nem gero assuntos bombantes. Sou uma mulher de 37 anos que foge de qualquer tipo de “escândalo” da internet ou da blogosfera. No fim das contas, eu não sou uma pessoa agregadora; eu sou muito mais uma pessoa espectadora.

    Então, não. O blog não foi um degrau na construção de uma super network de amigos leitores. E, apesar de eu adorar isso aqui, o blog foi sim uma forma de me gerar uma montanha de angústia e culpa.

    Mesmo não sendo nem de perto dedicada como muitxs blogueirxs ou vlogueirxs da blogosfera, eu me sentia (e sinto) angustiada em não ter posts frequentes no blog, por não ter uma agenda ou calendário de “colunas” ou postagens, por não ter migrado pro youtube, por não ter um podcast. Eu me sinto angustiada simplesmente por não ser uma pessoa muito legal. ^-^’

    E a culpa acompanha muito disso. Porque hoje eu ainda tenho duas editoras parceiras no blog, e nunca vou entender como a Intrínseca e a Faro consideraram que era válido para elas ter o Parafraseando como parceiro.

    A culpa também está envolvida com a qualidade das resenhas que entrego para as editoras. Poderiam ser melhores, mais aprofundadas, com mais referências, mais frequentes. Eu poderia fazer projetos, semanas especiais, entrevistas.

    Eu poderia tanta coisa!

    Mas ao mesmo tempo eu não estou podendo.

    Tem dias que sinto como se tivesse perdido a mão do blog. Eu não consigo sentar e escrever uma linha que seja. Acho que só estou com o rabo na cadeira e escrevendo esse monte de mimimi infinito porque o livro A Sutil arte de ligar o f*da-se deve ter me motivado de alguma forma. E eu meio que estou cansada de pedir desculpas para ninguém. Ou pra mim mesma.

    Porque na maior parte do tempo a sensação que eu tenho é que estou sozinha aqui. E tipo, isso não é um problema. A leitura é uma atividade bastante e primariamente solitária. E, talvez, eu só precise do alto da minha arrogância, jogar palavras aleatórias na tela para alimentar meu ego e diminuir o peso da culpa e da angústia por não ser aquilo que eu gostaria.

    Se tem alguém lendo isso tudo até aqui, obrigada por me acompanhar nesse mergulho ao “fundo do poço”. Acho que a catarse é importante pra me ajudar a perceber minhas prioridades, do tipo: não quero e não pretendo abandonar o blog. Como eu disse, sou muito arrogante para desistir de falar pra mim mesma. Só estou me questionando recentemente para quem eu estou escrevendo e, como é prioritariamente pra mim, talvez eu não devesse assumir responsabilidades que não tenho mais condições de manter.

    E talvez eu devesse simplesmente parar de me preocupar e de me culpar por não conseguir atingir metas e sonhos que eu não me esforcei tanto assim para alcançar. Talvez eu simplesmente possa ser feliz por ter a capacidade de ler pra cacete e ainda conseguir juntar frases com sentido pra dar minha opinião de bosta sobre o que li.

    E, por fim, talvez, quem sabe um bom talvez, eu fosse mais realizada assim. :)

    GIF kiss bye


    P.s.: ainda estou lendo e acumulando resenhas para postar aqui. Um dia, em breve, tão logo Júpiter alinhe com Marte, elas aparecem!

    (direitos da foto de capa do post: KatarzynaBialasiewicz/iStock)

  • Top 5 2017

    Top 5 2017

    top5 livros 2017

    Chegou aquele momento do ano em que a gente revisa tudo que foi lido ou não lido, abandonado ou relido, e faz a retrospectiva e o balanço total! Quer dizer… mesmo que a gente já esteja em janeiro ainda tá valendo, não é mesmo? >u<

    Consegui manter a mesma média de leitura de 2016, com um total de 75 livros lidos, fora os que eu abandonei ao longo do caminho. Vamos à listinha de Top (5) Livros de 2017! \o/

    Separei o posts em categorias de avaliação. Vem comigo descobrir meus favoritos entre os lidos do ano! Só avisando que não coloquei ordem de preferência entre os selecionados e não necessariamente os livros foram lançados em 2016. ^.~

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  • #12em2018

    #12em2018

    Janeiro! \o/

    Ah, aquele momento de traçar metas, de colocar objetivos, de fazer promessas. Pois esse é o meu post de metas para 2018!

    GIF i promise

    #12em2017 foi uma daquelas metas em que eu falhei miseravelmente com louros. Dos 12 livros que eu tinha previsto, eu só li 3, isso porque não consegui terminar A Mão Esquerda da Escuridão. Um dos problemas de se colocar metas meio “frouxas” é que você tende a deixar com que correram soltas, aí quando vai ver, já está com a corda tão enrolada no pescoço que não tem mais nada para ser feito.

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  • John Green e seus livros

    John Green e seus livros

    Você conhece John Green?

    John Green

    Ele é um carinha muito simpático e maneiro que consegue se comunicar extremamente bem com a galerinha adolescente. Obviamente não só com eles (porque né, eu li três livros do autor), mas como o foco dos seus livros são o pessoalzinho com 13 – 18 anos, faz sentido ele conseguir ser tão próximo do seu público leitor.

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