Categoria: bate papo

  • #12em2018 – O primeiro semestre

    #12em2018 – O primeiro semestre

    Já estamos em julho e nada mais justo do que já fazer um levantamento de como anda meu desafio pessoal de #12em2018! \o/

    Então, se você viu o post original quando me coloquei a meta de leitura do ano, o lance era tentar definir qual livro eu iria ler em qual mês. Não tinha muita regra de porquê escolhi tal livro, era mais uma oportunidade de tirar alguns livros da estante que já estavam me olhando feio.

    Partiu ver como me saí nos últimos meses!

    Janeiro, Fevereiro, Março

    • o conto da aia - margaret atwood
    • a magia da alvorada - s.l. farrell
    • o evangelho segundo jesus cristo - josé saramago

    (mais…)

  • Semana especial Liane Moriarty!

    Semana especial Liane Moriarty!

    Olá Pessoas! Olha eu por aqui tentando produzir conteúdo e sair da zona de estagnação em que eu me encontro! \o/

    Obrigada Intrínseca por me ajudar a ter um motivo para sentar o bumbum e me dedicar a escrever pelo menos um post por dia nessa semana. Vamos ver se eu consigo?!

    semana Intrínseca: Liane Moriarty

    Muito bem. Liane Moriarty. Você conhece autora e seus livros?!

    (mais…)

  • Sobre expectativas e sobre falhar miseravelmente

    Sobre expectativas e sobre falhar miseravelmente

    Vamos fazer algo diferente? Pensei em fazer um post blogueirinha, dos tempo de internet de várzea, internet moleque. Hoje eu acho que quero simplesmente escrever sobre algo que tem me angustiado ao longo do tempo.

    A quantidade de vezes em que gero expectativas sobre coisas que me comprometo a (ou quero muito) fazer e simplesmente falho miseravelmente.

    Você sabe o que é isso? Passa ou já passou por isso?

    Há 8 anos eu criei o Parafraseando Livros como uma porta para conhecer pessoas. Na época em que tudo isso aqui era mato, eu achava que pessoas que gostavam de ler de alguma forma mágica iriam encontrar o blog e PÁ!, eu ia ficar cheia de amigxs para conversar sobre livros.

    Minhas resenhas iam ser legais. Eu ia ter pessoas comentando com frequência e acompanhando o blog. Eu seria reconhecida!

    Eu ia estudar sobre estruturas narrativas, tropes, gêneros literários. Eu ia saber fazer considerações inteligentes e paralelos entre diversas obras fundamentais de leitura. Eu ia ler os CLÁRGHSSICOS!

    GIF Celebrate

    Mas né… as coisas não foram bem assim. Ao longo de 8 anos, eu conheci pessoas que gostam de livros, mas eu não sou naturalmente “a people’s person”, e não sei cultivar ou alimentar o interesse dos outros. Eu não sou expansiva, não sou extrovertida, e não saio gritando aos 4 ventos de qual fandom eu faço parte, muito menos xingo muito no twitter se alguém fala mal de algum personagem que eu não gosto.

    Não causo nem gero assuntos bombantes. Sou uma mulher de 37 anos que foge de qualquer tipo de “escândalo” da internet ou da blogosfera. No fim das contas, eu não sou uma pessoa agregadora; eu sou muito mais uma pessoa espectadora.

    Então, não. O blog não foi um degrau na construção de uma super network de amigos leitores. E, apesar de eu adorar isso aqui, o blog foi sim uma forma de me gerar uma montanha de angústia e culpa.

    Mesmo não sendo nem de perto dedicada como muitxs blogueirxs ou vlogueirxs da blogosfera, eu me sentia (e sinto) angustiada em não ter posts frequentes no blog, por não ter uma agenda ou calendário de “colunas” ou postagens, por não ter migrado pro youtube, por não ter um podcast. Eu me sinto angustiada simplesmente por não ser uma pessoa muito legal. ^-^’

    E a culpa acompanha muito disso. Porque hoje eu ainda tenho duas editoras parceiras no blog, e nunca vou entender como a Intrínseca e a Faro consideraram que era válido para elas ter o Parafraseando como parceiro.

    A culpa também está envolvida com a qualidade das resenhas que entrego para as editoras. Poderiam ser melhores, mais aprofundadas, com mais referências, mais frequentes. Eu poderia fazer projetos, semanas especiais, entrevistas.

    Eu poderia tanta coisa!

    Mas ao mesmo tempo eu não estou podendo.

    Tem dias que sinto como se tivesse perdido a mão do blog. Eu não consigo sentar e escrever uma linha que seja. Acho que só estou com o rabo na cadeira e escrevendo esse monte de mimimi infinito porque o livro A Sutil arte de ligar o f*da-se deve ter me motivado de alguma forma. E eu meio que estou cansada de pedir desculpas para ninguém. Ou pra mim mesma.

    Porque na maior parte do tempo a sensação que eu tenho é que estou sozinha aqui. E tipo, isso não é um problema. A leitura é uma atividade bastante e primariamente solitária. E, talvez, eu só precise do alto da minha arrogância, jogar palavras aleatórias na tela para alimentar meu ego e diminuir o peso da culpa e da angústia por não ser aquilo que eu gostaria.

    Se tem alguém lendo isso tudo até aqui, obrigada por me acompanhar nesse mergulho ao “fundo do poço”. Acho que a catarse é importante pra me ajudar a perceber minhas prioridades, do tipo: não quero e não pretendo abandonar o blog. Como eu disse, sou muito arrogante para desistir de falar pra mim mesma. Só estou me questionando recentemente para quem eu estou escrevendo e, como é prioritariamente pra mim, talvez eu não devesse assumir responsabilidades que não tenho mais condições de manter.

    E talvez eu devesse simplesmente parar de me preocupar e de me culpar por não conseguir atingir metas e sonhos que eu não me esforcei tanto assim para alcançar. Talvez eu simplesmente possa ser feliz por ter a capacidade de ler pra cacete e ainda conseguir juntar frases com sentido pra dar minha opinião de bosta sobre o que li.

    E, por fim, talvez, quem sabe um bom talvez, eu fosse mais realizada assim. :)

    GIF kiss bye


    P.s.: ainda estou lendo e acumulando resenhas para postar aqui. Um dia, em breve, tão logo Júpiter alinhe com Marte, elas aparecem!

    (direitos da foto de capa do post: KatarzynaBialasiewicz/iStock)

  • Top 5 2017

    Top 5 2017

    top5 livros 2017

    Chegou aquele momento do ano em que a gente revisa tudo que foi lido ou não lido, abandonado ou relido, e faz a retrospectiva e o balanço total! Quer dizer… mesmo que a gente já esteja em janeiro ainda tá valendo, não é mesmo? >u<

    Consegui manter a mesma média de leitura de 2016, com um total de 75 livros lidos, fora os que eu abandonei ao longo do caminho. Vamos à listinha de Top (5) Livros de 2017! \o/

    Separei o posts em categorias de avaliação. Vem comigo descobrir meus favoritos entre os lidos do ano! Só avisando que não coloquei ordem de preferência entre os selecionados e não necessariamente os livros foram lançados em 2016. ^.~

    (mais…)

  • #12em2018

    #12em2018

    Janeiro! \o/

    Ah, aquele momento de traçar metas, de colocar objetivos, de fazer promessas. Pois esse é o meu post de metas para 2018!

    GIF i promise

    #12em2017 foi uma daquelas metas em que eu falhei miseravelmente com louros. Dos 12 livros que eu tinha previsto, eu só li 3, isso porque não consegui terminar A Mão Esquerda da Escuridão. Um dos problemas de se colocar metas meio “frouxas” é que você tende a deixar com que correram soltas, aí quando vai ver, já está com a corda tão enrolada no pescoço que não tem mais nada para ser feito.

    (mais…)

  • John Green e seus livros

    John Green e seus livros

    Você conhece John Green?

    John Green

    Ele é um carinha muito simpático e maneiro que consegue se comunicar extremamente bem com a galerinha adolescente. Obviamente não só com eles (porque né, eu li três livros do autor), mas como o foco dos seus livros são o pessoalzinho com 13 – 18 anos, faz sentido ele conseguir ser tão próximo do seu público leitor.

    (mais…)

  • Os personagens de Tartarugas até lá embaixo

    Os personagens de Tartarugas até lá embaixo

    Dando prosseguimento à Semana Especial Tartarugas até lá embaixo, hoje é dia de falar um pouco sobre os personagens do livro. Na resenha que postei ontem eu acabei falando bastante de Aza, que é a personagem principal e narradora da história, mas outros personagens também ajudam a construir a narrativa.

    tartarugas até lá embaixo - john greenUma coisa que não comentei na resenha e que, pensando agora, foi interessante ao longo da leitura, é que eu não lembro de nenhuma descrição da aparência dos personagens. As únicas coisas que eu guardei são: Aza é magra e tem olhos castanhos; Davis é magro e também tem olhos castanhos; em algum momento da história Daisy corta o cabelo.

    Acho uma decisão legal do John Green não criar traços marcantes para seus personagens porque de certa forma ele consegue “generalizá-los”. Qualquer um pode se identificar e “ser” Aza, ou Davis, ou Daisy. Eu lembro que a Stephanie Meyer também fez isso com a Bella em Crepúsculo, ou seja, a leitora podia se imaginar sendo a personagem principal do livro.

    Outra coisa que é um super mérito do John Green é que ele sabe escrever e descrever adolescentes de uma forma bem convincente. Tudo bem que em alguns momentos eles tendem a escorregar para um viés pseudo-intelectualóide, mas fora isso, você acredita que eles são adolescentes mesmo.

    Mas vamos conversar mais um pouquinho sobre cada personagem? Vou tentar o máximo possível não dar spoilers, tá? ^.~ (Eu podia fazer um casting dos personagens? Até podia, mas estou tão por fora dos atores jovenzinhos e famosinhos da vez que ia me dar mais trabalho do que satisfação escrever esse post…)

    Aza

    Nossa heroína! Que em muitos momentos está mais para uma anti-heroína ou quase vilã contra sim mesma. Aza tem esse nome diferente porque seu pai queria que ela fosse única, e que seu nome pudesse abraçar todo o alfabeto. De A a Z e de volta ao A.

    Mora com a mãe, que é professora na escola onde estuda. Seu pai faleceu de um ataque cardíaco súbito, e Aza mantém seu contato com o pai vivo através de fotos que estão em um antigo celular que era dele. Quando ela tem algumas crises de ansiedade, navegar pelas fotos ajuda a tentar se acalmar.

    Ela é uma jovem estudiosa e tira boas notas na escola. É a melhor amiga de Daisy, e por conta de coisas do destino, volta a ter contato com Davis, um amigo muito rico que mora do outro lado do rio.

    Aza faz tratamento para sua ansiedade aparentemente há algum tempo com a Dra. Singh, mas ela tem dificuldades em aceitar que precisa tomar a medicação prescrita pela médica. Ela é a responsável por contar suas desventuras ao longo das páginas de Tartarugas até lá embaixo, e nos arrastar pela espiral de ansiedade que divide conosco.

    Aza tem um hábito de “controle” um tanto quanto angustiante de sempre manter um machucado aberto na ponta de um dos dedos. Sempre que ela tem algum tipo de pensamento intrusivo, ela costuma conferir se o machucado está infeccionado e depois cobre-o com um novo band-aid.

    Davis

    Davis é filho de um milionário excêntrico que fugiu da polícia e deixou os dois filhos sozinhos. Um homem que deixa toda sua fortuna para uma tuatara (um animal pré-histórico e raro que aparece na história) tem que ser considerado, no mínimo, excêntrico. Davis conheceu Aza em um acampamento para crianças “órfãs”, uma forma de ajudar a se recuperar do trauma de perder os pais. Aza tinha perdido o pai e Davis a mãe, e juntos passavam as noites deitados olhando para as estrelas.

    Depois que seu pai desapareceu e uma recompensa de 100 mil dólares foi oferecida para quem soubesse informações sobre sua localização, vários “amigos” reapareceram na vida de Davis. Nenhum realmente interessado em sua amizade, mas muito mais em tentar conseguir o dinheiro prometido.

    Quando Aza volta para a vida de Davis, seu maior medo é que ela seja mais um desses sanguessugas. No fim das contas, Davis é um jovem que foi duplamente abandonado pelos pais, com a responsabilidade de cuidar do irmão mais novo, que não está lidando muito bem com toda a situação.

    O que Davis quer mesmo é ser deixado em paz por todo circo da mídia. Ele quer escrever e quer amar alguém, que possa corresponder aos seus sentimentos.

    Daisy

    Daisy foi a personagem com quem tive a maior dificuldade de criar um vínculo. Ela me parecia muito expansiva, barulhenta, daquelas pessoas que gostam de ouvir a própria voz. Eu não conseguia entender como uma pessoa com a personalidade dela se aproximou e se considerava melhor amiga de Aza. Tem a questão também de ela ser “interesseira”, porque envolveu Aza no lance todo do desaparecimento do pai de Davis, só para tentar conseguir colocar a mão na recompensa.

    Ela é fã de Star Wars e é conhecida no meio das fanfics por conta das histórias de romance que escreve entre Rei e Chewbacca. É. Não pergunte. Essa questão da fanfic dela foi uma das coisas que me deu mais angústia mais pra frente na história, e que gerou certo abalo na amizade das duas meninas.

    Acho que uma coisa que me marcou bastante foi quando Daisy comentou que se ela tivesse ganhado a recompensa sozinha, provavelmente não dividiria com ninguém…

    Mais para frente dá para entender que Daisy não é uma pessoa financeiramente privilegiada, mas mesmo assim, meu desgosto com a personagem já estava tão enraizado que eu não consegui construir empatia com ela…

    A mãe e o pai da Aza

    A mãe de Aza é bastante protetora, e em algum momento parece quase “opressiva” em sua necessidade de saber se a jovem está bem. Como ela é professora na escola onde Aza estuda, sempre pode dar uma conferida na filha, para avaliar a quanto anda seus nível de ansiedade. Aparentemente as duas tem um bom relacionamento.

    Aza perdeu o pai quando era mais jovem e para mantê-lo sempre próximo e não se esquecer, ela criou um vínculo com o antigo carro do pai e com o celular que ele costumava usar. Quando Aza está estressada, ela costuma passar pelas fotos que o pai tirou no aparelho, uma forma de se reconectar com o pai e se acalmar.

    Dra. Singh

    É a psiquiatra que cuida da Aza já há algum tempo. A gente acompanha algumas sessões de terapia entre as duas, e a Dra. Singh sempre tem alguma coisa sensata para tentar falar para Aza. Na minha resenha, uma das citações que fala sobre loucura é da médica.

    Ela parece genuinamente preocupada com o bem estar de Aza, mas tem que “lutar” contra a tendência da jovem de ser esquiva ao tratamento com a medicação.

    Noah

    Noah é o irmão mais novo de Davis e, dos dois, é o que parece ter sentido mais o desaparecimento do pai. Davis não sabe muito bem como lidar com a esperança que Noah tem de o pai voltar, de ele não ter abandonado os filhos.

    Ao longo da história, Noah acaba sofrendo com mudanças de comportamento por conta de todo o sofrimento e depressão que está sentindo.


    Uma boa história deve muito aos personagens que a contam. Aza fez um bom trabalho contando sobre suas tartarugas.

    Até a próxima!

  • Pesquisa de satisfação e levantamento sobre os leitores do Parafraseando Livros

    Pesquisa de satisfação e levantamento sobre os leitores do Parafraseando Livros

    Olá, Pessoas. Fechando mês de março, tem PROMOÇÃO E PESQUISA pra vocês!

    pesquisa-satisfacao_2017

    O blog fez 7 anos e eu queria conhecer melhor todos os leitores que puderem e quiserem participar de uma pesquisa de opinião.

    Funciona assim:

    • Responda à pesquisa abaixo (continue lendo que você chega no formulário);
    • Todas as informações sobre como participar da promoção valendo um exemplar de “A Canção do Sangue”(da LeYa Brasil) estão nas instruções do questionário.
    • Divulgue/Compartilhe com seus amigos que você acredite que conheçam o blog

    Sei que todo mundo gosta de uma promoção, mas ficaria MUITO AGRADECIDA se as respostas ao questionário fossem o mais sinceras e honestas dentro do possível. Lembre que o sorteio é o meu obrigada por você ser um seguidor e por querer me ajudar a produzir um conteúdo que agrade ainda mais a você.

    Participe da promoção, mas me ajude a ser melhor, combinado? ^.~

    Vou deixar o formulário aberto até 21/4, podendo estender o prazo dependendo do número de participantes/respondentes.

    Obrigada por tudo, participem, e boa sorte! o/