devorados

Devorei em: novembro!

29 dez 2017

Muito bem! Conseguindo cumprir o que eu tinha me comprometido a fazer que era terminar o ano com todos os posts de Devorados em dia. \o/ Menos uma coisa para falhar miseravelmente.

Novembro foi um mês bem menos prolífico quando comparado com outubro, e na foto está faltando o livro do Magnus Chase, porque eu emprestei pro meu irmão antes de bater a foto. #Samarainteligente Outra coisa que ando fazendo com frequência é guardar os livros quando termino de ler, e depois tenho que ficar lembrando em qual caixa eu guardei para poder fazer a foto do post… Ainda bem que eu tenho tudo anotado em tabelas de controle (porque eu sou control freak) e isso facilita na hora de encontrar os livros.

Vem descobrir o que eu achei dos livros que devorei em novembro! o/

devorados novembro 2017

LEIA A RESENHA – Olha o John Green lançando um livro novo depois de alguns anos só na “geladeira”! Eu já tinha lido dois livros do autor antes de Tartarugas, e tive opiniões bem opostas deles. Então eu não fazia ideia do que esperar desse novo. E foi muito bom me surpreender positivamente com a história de Aza. Ainda acho que John Green escreve direta e exclusivamente para adolescentes, mas aqui foi possível tirar coisas boas de toda a experiência de leitura.

LEIA A RESENHA – Em 2018 vai ter filme com a Natalie Portman, e quando vai ter filme eu costumo gostar de ler o livro primeiro para poder me permitir aquele nerd rage reclamando que “TÁ TUDO ERRADO!”. Mentira, porque eu não faço essas coisas, mas gosto de verdade de comparar as obras, e ver o que foi alterado em relação ao original. Aniquilação foi um viagem bastante doida pela mente da Bióloga e todo um novo mundo pra mim da Weird Fiction. É um livro bom, mas se você é como eu que gosta de respostas, que gosta de resoluções compreensíveis, e que teve uma certa irritação com os livros do Josh Malerman, talvez seja melhor trabalhar suas expectativas quando for pegar Aniquilação para ler.

LEIA A RESENHA – Aaaaah… e acabou a trilogia de Magnus Chase. #todoschora Eu estava curtindo tanto essa nova pegada inclusiva e representativa do Rick Riordan, e curtindo muito mais o Magnus do que o Apolo. Mas né, chegou ao fim. E foi um fim ok! Teve a participação de todos os personagens, protagonistas ou coadjuvantes, que fizeram parte da história de Magnus. Foi tão legal rever Alex e ter um pouquinho de Percy Jackson, mesmo que só um capítulo no livro todo. Vou sentir falta agora que acabou. Espero que Rick Riordan considere fazer mais algumas histórias, porque acho que ainda pode ter coisas para contar.

LEIA A RESENHA – Ah, a maravilha de poder reencontrar um universo que a gente adorou e voltar a ler o estilo delicado e maravilhoso de uma autora impressionante. Amei TANTO as Crônicas de Amor e Ódio, que foi delicioso poder ler o prequel da história de Lia e Rafe. Além disso, o livro é LINDO de morrer, e agora também perfuma a caixa onde ele está guardado. :D

É engraçado quando a maldição do segundo livro ataca em uma série. Fúria Vermelha foi um livro que me conquistou ao longo das páginas, porque não tivemos um início agradável. Agora, em Filho Dourado, eu não sei bem o que aconteceu, mas a história pareceu truncada demais. Eu não sei se foi problema da tradução, da revisão (que foi bem ruim, diga-se de passagem), ou se da própria forma que Pierce Brown desenvolveu a história, mas foi muito abaixo do que eu esperava para a continuação da série. Plots e resoluções que surgiam do nada sem explicação. Coisas que aconteciam vindas de sabe-se lá onde, porque estavam tão dentro da cabeça de Darrow que ele nem se deu ao trabalho de contar para o leitor. Agora só vendo se Estrela da Manhã consegue salvar o mínimo de interesse que ainda tenho nessa série.


Nos vemos ano que vem, no post de dezembro. ^.~

Até a próxima! o/

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