Autor: Samara Maia Mattos

  • novas aquisições do blog #51

    novas aquisições do blog #51

    Voltando à programação normal do blog depois da semana especial de fantasia, vou mostrar para vocês mais alguns livros que chegaram aqui em casa nos últimos tempos. Este vai ser um aquisições basicamente de parcerias.

    Finalmente vou poder terminar a trilogia “Sem Limites”, da Abbi Glines. A história focada no casal Rush/Blaire chega à sua conclusão, e eu confesso que estou com medo do que o bad boy pode aprontar. Além disso, solicitei da Arqueiro o lançamento da Katja Millay que tem a impressionante nota de 4.4 no Goodreads, não pude deixar de ficar curiosa com o livro de estreia da autora.

    Mar da Tranquilidade - Katja Millay

    Amor Sem Limites - Abbi Glines

    • Amor Sem Limites [skoob/goodreads] – Sem Limites #3 – Abbi Glines

    A caixa de setembro da Novo Conceito veio mais enxuta, com “apenas” três livros, duas continuações e a estreia de Jasinda Wilder no Brasil, com sua série “Falling”. Pessoas que acompanham o blog há algum tempo já podem ter esbarrado com a autora nos posts de “tá de graça na amazon” (que eu ainda não consegui voltar direito #shameonme). Infelizmente não vou poder ler a série “Splintered” enquanto não comprar o primeiro volume… =/

    Louco Por Você - Jasinda Wilder

    • Louco Por Você [skoob/goodreads] – Falling #1 – Jasinda Wilder

    Aconteceu em Veneza - Molly Hopkins

    • Aconteceu em Veneza [skoob/goodreads] – Eve Dexter #2 – Molly Hopkins

    Atrás do Espelho - A.G Howard

    • Atrás do Espelho [skoob/goodreads] – Splintered #2 – A.G. Howard

    Muito bem! Vamos que vamos que ainda tenho uma “certa pilha” para mostrar para vocês! ^.^

    Até a próxima! o/

  • Froi: um exilado – Melina Marchetta

    Froi: um exilado – Melina Marchetta

    Três anos após cair sob a maldição de Lumatere, Froi encontrou um novo lar, ou ao menos isso acredita. Ferozmente leal a Finnikin e a rainha, Froi treinou para formar parte da Guarda da casa real, jurou proteger o reino e aprendeu a controlar seu temperamento. Mas quando o enviam à uma missão secreta no reino de Charyn, ele não está preparado para o que encontrará lá. O povo está sofrendo, e parece que existem laços sombrios de parentesco com a princesa enlouquecida que deve desmascarar. Nesse cenário desolado Froi descobrirá que existe uma canção que acalma o sangue, e ainda que custe aceitar, entenderá que há chegado o momento de parar e escutar.

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  • Semana Fantástica iD – Subgêneros de Fantasia

    Semana Fantástica iD – Subgêneros de Fantasia

    Semana Fantástica iD

    Olá Pessoas! Estão acompanhando a semana sobre Fantasia aqui no blog? Já coloquei no ar um post abrangente sobre o que é Fantasia, duas resenhas de livros do gênero lançados pela iD, e hoje vocês vão conhecer um pouco sobre os subgêneros do estilo.

    Não consegui encontrar nas interwebs um consenso sobre quais são os subgêneros de Fantasia que existem no mercado literário. Não achei um artigo da Universidade de Massaxucitz oficializando a listagem dos tipos possíveis de narrativas dentro do gênero de Fantasia. Até é compreensível, visto que a literatura é um “organismo” vivo e pode mudar e evoluir o tempo todo.

    Então, vou criar uma sugestão não-oficial de subgêneros a partir da pesquisa que fiz no Oráculo, mantendo os termos em inglês para não correr o risco de fazer uma tradução/adaptação chumbrega, ok? Além disso, sempre que o estilo possuir livros publicados no Brasil vou colocá-los como exemplos para facilitar o entendimento.

    Vem comigo! o/


    Uma das fontes que encontrei divide a Fantasia em dois pilares: a High Fantasy e a Low Fantasy. Dentro deles se encaixariam todos os outros subgêneros mais conhecidos. Mas as outras colocavam todos os estilos no mesmo patamar, então vou seguir nessa linha de raciocínio. (os subgêneros estão em ordem alfabética)

    Alternate World: envolvem mundos diferentes escondidos dentro ou em paralelo ao nosso. Antigamente, quando o planeta ainda não era totalmente mapeado, era possível encontrar histórias de terras misteriosas como no livro de Johnathan Swift, As Viagens de Gulliver. Depois, quando já tínhamos uma ideia mais concreta dos continentes, Lewis Carroll criou um mundo dentro de um espelho em Alice Através do Espelho.

    Arhurian: são histórias contadas no mundo do Rei Artur, na lendária Camelot. Exemplos famosos são A Espada na Pedra, de T.H. White, e a saga As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley.

    Bangsian: é relativa principalmente a um autor do século 19, John Bangs, e lida basicamente com histórias sobre o além-vida.

    Celtic: é criada a partir do vasto conhecimento dos celtas, vindos principalmente, mas não somente, da Irlanda.

    Christian: costuma ser um subgênero mais raro, em parte porque muitos “crentes” oficialmente intimidam toda a questão da fantasia, assim como os especialistas do gênero também o evitam. Muitas novelas de C.S. Lewis poderiam entrar nesta classificação.

    Comedic: é um subgênero relacionado ao humou e/ou à sátira. Os livros de Terry Pratchett da série Discworld são um bom exemplo.

    Contemporary: aqui as criaturas mágicas estão escondidas entre nós. Essas histórias são desenvolvidas nos tempos atuais, com situações estranhamente familiares. Os livros de Neil Gaiman, Deuses Americanos e Lugar Nenhum dão uma ideia do que é Contemporary Fantasy.

    Court Intrigue: é um subgênero definido pelas histórias que acontecem em castelos da realeza, com algum viés histórico (mas com magia), ou em algum mundo alternativo. A série de George R.R. Martin, As Crônicas de Gelo e Fogo, é um bom exemplo do estilo.

    Dark: suas histórias costumam se interligar e sobrepor com horror ou até mesmo com uma atmosfera mais gótica.

    Dying Earth: é um pouco literal, e as histórias se desenvolvem no cenário do fim/destruição do planeta. Normalmente a humanidade é cercada por tédio e certa descrença, enquanto o mundo se desfaz. Apesar de a narrativa de George R.R. Martin em A Morte da Luz não se passar necessariamente na Terra, ela aborda o tema do fim de um planeta.

    Erotic: como o nome diz, os livros contém um forte elemento sexual. Apesar de a série Trilogia das Jóias Negras, de Anne Bishop, ter uma forte aproximação com o estilo Dark, ela também poderia entrar nesta categoria.

    Heroic: é centrada em um herói conquistador, ou um “bando” de heróis; ainda que eventualmente o esteriótipo do gênero heróico seja desenvolvido com vilões perdoáveis e protagonistas falhos.

    High ou Epic: é considerada por muito leitores o coração e a essência do gênero de Fantasia. Mundos inteiros são criados, com longas histórias e estilos de vidas vívidos, além de uma longa lista de personagens. O Senhor do Anéis, obra máxima de Tolkien, domina completamente este subgênero. Outro bom exemplo é a série A Roda do Tempo, de Robert Jordan.

    Historical Fantasy: é a resposta do gênero para a ficção histórica. Um período específico da história da Terra se torna o cenário, mas com elementos fantásticos misturados. Um bom exemplo é a série de Guy Gavriel Kay, Tigana.

    Historical High Fantasy: é uma variação do subgênero Historical, em que as histórias são vastas e tão detalhadas que se assemelham à High Fantasy.

    Juvenile: é uma categoria abrangente, que se sobrepõem com os gêneros Infantil e Young Adult, em que as histórias são escritas para uma audiência mais jovem. O Hobbit, de Tolkien, e O Mágico de Oz de L. Frank Baum são exemplos perfeitos.

    Low Fantasy: também é uma categoria abrangente e descritiva. Suas histórias são escritas sem as paisagens arrebatadoras e o heroísmo mais sério em uma clara oposição, talvez não necessariamente consciente, do subgênero High Fantasy. Alguns ligam o estilo ao subgênero Sword & Sorcery. Em outra definição, Low Fantasy é visto como histórias que se passam em um cenário mais comum, com menos magia. 

    Medieval: é definida por seu nome, e é um subgênero em que as histórias são desenvolvidas neste período, entre o “arcaico” ou o mundo Arturiano e  a era industrial moderna. Elas são repletas de cavaleiros e patifes, normalmente junto com feiticeiros e dragões. Muitos dos subgêneros de Fantasia, ambientados na Terra ou em qualquer outro mundo, possuem uma sensação “pseudomedieval”, com a descrição do cenário ou das vestimentas.

    Mythic: é uma vasta categoria. Em geral as histórias são desenvolvidas em “nossa” Terra e incorporadas com mitos existentes. Os Filhos de Anansi, de Neil Gaiman, e toda a série de Percy Jackson, de Rick Riordan são ótimos exemplos deste estilo.

    Quest: envolvem somente a realização de uma missão. É uma categoria descritiva, em que o protagonista está envolvido em alguma missão perigosa e envolvente. O livro A Primeira Regra do Mago, de Terry Goodkind é um bom exemplo desse tipo de subgênero. 

    Romantic: é a incorporação dos temas que normalmente envolvem os gêneros Fantasia e Romance, normalmente são comercializados como “romance paranormal”.

    Science Fantasy: é um subgênero onde a alta tecnologia costuma se sobrepor ou coincidir com elementes comuns à fantasia tradicional. A série Darkover, de Marion Zimmer Bradley é um exemplo <3 (sou apaixonada por essa série e sofro constantemente porque a Imago nunca terminou de publicar os livros da autora aqui…).

    Steampunk: assim como o Science Fantasy, é um estilo que incorpora elementos tecnológicos com fantasia. A questão aqui é que a tecnologia é normalmente movida a vapor e pode ser capaz de feitos fantásticos, quase mágicos. O livro A Corte do Ar, de Stephen Hunt, é um exemplo icônico. Alma?, de Gail Carriger, também possui elementos steampunks na história.

    Superhero: seja em filmes, quadrinhos ou em livros, personagens como Superman e Thor são familiares para muitos leitores. Alguns autores costumam criar seus próprios super-heróis, incorporando esteriótipos conhecidos. Os protagonistas podem receber suas habilidades especiais de magia, tecnologia ou qualquer outro artifício, e usualmente eles excedem qualquer coisa que a ciência acha plausível.

    Sword & Sorcery: as histórias são incorporam o aspecto de ação ininterrupta relacionado com a fantasia, com “poderosos bárbaros” atravessando um campo sangrento em seus mundos “pseudomedievais”. Os livros de Robert E. Howard que contam as histórias de Conan são, talvez, os tomos fundadores do gênero.

    Urban Fantasy: essas histórias são ambientados em um cenário moderno e urbano. Lobisomens vivem em estações abandonadas do metrô, ou fadas se escondem em pequenos espaços nos domitórios dos campus de faculdade. Os livros da série Sookie Stackhouse, de Charlaine Harris, são bons exemplos do estilo.

    Vampire: originalmente este subgênero pertencia a categoria de horror, e muitos livros ainda se encaixam lá. Entretanto, muito livros recentes foram sobrepostos com os gêneros Romance e Young Adult, e suas histórias talvez se encaixem melhor na “seção” de Fantasia. Em geral, cada autor cria suas regras sobre o estilo de vida dos vampiros, suas habilidades e fraquezas. Exemplos icônicos do gênero são os livros Drácula, de Bram Stoker, e O Vampiro Lestat, de Anne Rice.


    Ufa! Eu imaginava que existiam muitas classificações, mas não fazia ideia do volume real de possibilidades! O.O

    Já pararam para pensar em qual dos subgêneros seus livros favoritos se enquadram? ^.~

    Até a próxima! o/

    fontes: Fantasy Subgenres, Wikipedia, Best Fantasy Books, Fantasy Fiction (1, 2), Book Country

  • O Tesouro dos Pródigos – Paul Stewart e Chris Riddell

    O Tesouro dos Pródigos – Paul Stewart e Chris Riddell

    Micah, um jovem explorador, está decidido a encontrar sua fortuna e parte em uma busca nas terras altas do Wyrmeweald. O local é habitado por Wyrmes, criaturas ferozes e apavorantes, e oferece muitos perigos aos que o atravessam. Embora não seja um lugar para seres humanos, Micah encontra ali companheiros e inimigos para a vida toda, além de descobrir algo mais cobiçado que qualquer Tesouro dos Pródigos. Um único ato impensado pode transformá-lo em vilão; porém, no Wyrmeweald, sempre há uma chance de se tornar herói…

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  • Finnikin: O Guerreiro – Melina Marchetta

    Finnikin: O Guerreiro – Melina Marchetta

    Aos nove anos de idade, Finnikin está no alto da rocha das três maravilhas com o Príncipe Balthazar e Luciano, seus melhores amigos. Juntos firmam um pacto de sangue para proteger seu reino, Lumatere. Mal sabem eles que em seguida ocorrerão os “cinco dias do inominável”, durante os quais a família real é brutalmente assassinada, um rei impostor assume o trono e uma maldição cai sobre aqueles que permanecem entre os muros do reino. Os que fogem ficam fadados a vagar como exilados.

    Dez anos se passam, e Finnikin é chamado para se encontrar com Evanjalin, uma jovem noviça com uma afirmação espantosa a fazer: Balthazar, herdeiro do trono, está vivo, e ela pode encontrá-lo. Será que, depois de tanto tempo, ainda há esperança para Lumatere e seu povo? A verdade surpreendente por trás dessa história colocará em prova a fé de Finnikin em si próprio e no seu destino.

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  • Semana Fantástica iD – A Fantasia

    Semana Fantástica iD – A Fantasia

    Semana Fantástica iD

    Bem-vindos à Semana Fantástica iD! Nos próximos dias vocês vão poder acompanhar posts sobre livros de fantasia lançados pela editora iD e também algumas informações sobre esse gênero pelo qual eu sou apaixonada, e que ganha cada vez mais espaço nas prateleiras das livrarias e das nossas estantes.

    Venham comigo descobrir um pouco mais sobre a Fantasia! Que nossa jornada mágica comece! ^.^


    O que é Fantasia na literatura?

    A ficção fantástica pode ser definida pela presença de magia e elementos sobrenaturais em suas histórias. Apesar de a Fantasia dividir algumas características semelhantes com a Ficção Científica, o que no final as distingue é que a Fantasia não precisa ser cientificamente possível, mesmo se tratando de um futuro distante.

    A Fantasia é caracterizada por uma construção intricada de “universo”, e normalmente suas histórias ocorrem na Terra ou em um mundo diferente, em nosso passado ou presente, ou em um momento fora do tempo. Os mundos de Fantasia são populados por seres e criaturas míticas (dragões, unicórnios, elfos…) e/ou paranormais (vampiros, lobisomens, metamorfos…).

    As narrativas normalmente giram em torno de uma batalha do bem contra o mal, e as séries fantásticas tendem a se concluir com a derrota do antagonista. O protagonista costuma possuir uma habilidade mágica que o ajuda a triunfar sobre o mal. Talvez os dois subgêneros mais populares da Fantasia atualmente sejam a High/Epic Fantasy e a Urban Fantasy (vou tratar sobre os subgêneros em um post futuro ^.~).

    Eu já comentei algumas vezes sobre a Jornada do Herói, definida por Joseph Campbell, e na maioria das vezes, é possível identificar nas histórias de Fantasia todo o percurso da jornada feito pelo herói/protagonista do livro. No vídeo abaixo, uma palestra do TED, vocês podem ver uma explicação sobre o Monomito (em inglês).

    A história da Fantasia

    Não é nada fácil de definir quando a Fantasia moderna realmente começou. Sua origem pode ser traçada através dos primeiros documentos escritos da humanidade de que se tem conhecimento, A Epopeia de Gilgamesh, mas também em vários outros textos famosos de diversas culturas. A Odisseia, Beowulf, o Mahabharata, As Mil e Uma Noites, A Ilíada, Ramayana, as lendas Arturianas, todos estes exemplos são representados por bravos heróis e heroínas que enfrentam monstros terríveis em reinos arcanos e mágicos, e são responsáveis por inspirar inúmeras audiências.

    Acredita-se que a história da Fantasia moderna começou com George MacDonald, o autor escocês das novelas The Princess and the Goblin e Phantastes, esta considerada a primeira fantasia escrita para adultos. Além disso, foi uma grande influência para J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis. Apesar da valor que MacDonald ou dos livros de H.G. Wells tiveram nos futuros escritores, foi somente a partir do século 20 que a ficção fantástica começou a alcançar um vasto público.

    Nas primeiras décadas do século 20 autores como H. Rider Haggard (As Minas do Rei Salomão), Rudyard Kipling (O Livro da Selva) e Edgar Rice Burroughs (Uma Princesa de Marte) definiram o que ficou conhecido como o sub-gênero “mundo perdido”. Era uma forma muito popular de fantasia, assim como vários clássicos para crianças como Peter Pan e O Mágico de Oz.

    Inicialmente o estilo era considerado mais aceito quando escrito para jovens e crianças do que para adultos. Então, quando autores desejavam escrever fantasia, eles precisavam ajustar suas histórias para o público infantil. Por muitos anos livros como Alice no País das Maravilhas e até mesmo O Senhor do Anéis, foram classificados como literatura infantil.

    Em 1923, com o surgimento das revistas pulp focadas completamente no gênero fantástico, o mercado viu explodir a popularidade do estilo. As revistas foram responsáveis por trazer a ficção fantástica para uma audiência muito mais ampla nos EUA e na Inglaterra. Elas também foram importantes para o surgimento da Ficção Científica, e é por isso que os dois gêneros são muitas vezes associados um ao outro.

    Foi com o advento da High Fantasy, muito por conta dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien, que o gênero conseguiu alcançar picos de popularidade, e permitiu que a Fantasia verdadeiramente encontrasse espaço para o público mais mainstream. Outras séries importantes, como As Crônicas de Nárnia de C.S. Lewis e Earthsea de Ursula K. Le Guin, ajudaram a cimentar as conquistas do gênero e sua popularidade.

    O século 21 viu o gênero fantástico continuar com sua escalada de popularidade, e ficou evidente sua aceitação pelo sucesso de séries como Harry Potter de J.K. Rowling, e sua escola de bruxos; As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin, e suas intrigas políticas; e as séries de Rick Riordan, Percy Jackson e As Crônicas de Kane, que focam em mitologia Grega/Romana e Egípcia, respectivamente.

    Terminando de consolidar o espaço que a literatura fantástica conseguiu no mercado, os filmes com status de blockbusters que derivaram de grande sucessos literários, ajudaram a atingir ainda mais novos leitores, e aumentar o interesse pelo gênero, elevando a busca por novos autores e clássicos na livrarias.


    Livros de fantasia que precisam ser lidos

    Os livros listados aqui foram livremente influenciados pelas listas da Time e da IGN, com uma ou outra colaboração pessoal.

    Existem muitos outros livros clássicos e icônicos que não estão nesta lista, muitos deles ainda nem foram lançados no Brasil. Mas alguns aqui mudaram minha vida como leitora, e me moldaram na pessoa que sou hoje em dia (não muito normal, mas né… fazer o quê? ^.^)

    Livros de autores brasileiros que também valem uma olhada!


    Seu livro de fantasia favorito não está aqui? Me conte qual é nos comentários, vou adorar colocar na minha lista de desejados do Skoob! ^.~

    Até a próxima! o/

    fontes: Wikipedia e Book Country;

    top livros de literatura fantástica: IGN e Time